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terça-feira, 12 de julho de 2016

ACRL publica nova estrutura para a Competência em Informação (Information Literacy) no Ensino Superior


Em janeiro de 2016, a Association of College & Research Libraries (ACRL), que representa mais de 11.000 bibliotecários e é uma divisão da American Library Association (ALA), passou a adotar uma nova estrutura para a competência em informação no ensino superior, por meio do documento "Framework for Information Literacy for Higher Education". 

Em 25 de junho de 2016, o Documento anterior "Information Literacy Competency Standards for Higher Education " foi rescindido pelo Conselho de Diretores da ACRL, durante a Conferência Anual 2016 da ALA em Orlando, Florida.

O atual documento está estruturado em seis frames apresentados a seguir: 

A autoridade é construída e contextual 
A criação da informação é um processo 
A informação tem valor 
Pesquisa como investigação 
Academia como conversação 
Busca como exploração estratégica 

Saiba mais sobre isso consultando o documento na íntegra [em inglês]

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Chamada de trabalhos para a ECIL 2016 - Competência em informação na sociedade inclusiva


O tema central da European Conference on Information Literacy - ECIL 2016 é Competência em informação na sociedade inclusiva, tudo a ver com o ponto de vista dos brasileiros e países latinoamericanos. 


Dear Elisabeth Dudziak,

It is our pleasure to announce that European Conference on Information Literacy - ECIL 2016 will take place in Prague, Czech Republic, from 10 - 13 October, 2016.

ECIL 2016 is co-organized by the Department of Information Management of Hacettepe University, Department of Information and Communication Sciences of Zagreb University and Association of Libraries of Czech Universities – ALCU.

The conference website has been launched and First Call for Papers has been opened: please, see http://ecil2016.ilconf.org/ for details on the subtopics and information about submissions.

Information Literacy in the Inclusive Society being the main theme, ECIL 2016 aims to bring together researchers, information professionals, media specialists, educators, policy makers, employers and all other related parties from around the world to exchange knowledge and experience and discuss current issues, recent developments, challenges, theories, and good practices.

If you have any further questions regarding the conference or the call for papers, please, refer to the relevant contact person: http://ecil2016.ilconf.org/contact/

We are very excited to be preparing another ECIL conference for you! Any suggestions, comments and recommendations are welcome. Also, we are looking forward to your abstract submissions


Sincerely,
Serap Kurbanoglu (General Co-Chair)
Sonja Špiranec (General Co-Chair)
Hana Landova (Chair of the Local Organizing Committee)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

DECLARAÇÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DOS BIBLIOTECÁRIOS ESCOLARES

Declaração Política NFIL
Fórum Nacional de Competência em Informação (NFIL)

DECLARAÇÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DOS BIBLIOTECÁRIOS ESCOLARES CERTIFICADOS



11 de dezembro de 2014

Em termos gerais, o documento destaca que, para serem bem sucedidos na faculdade e em uma carreira, os alunos do nível médio devem ter uma capacidade avançada para encontrar, usar e comunicar informações em vários contextos. No entanto, muitos empregadores  e faculdades denunciam a falta de habilidades do século 21 relacionadas à competência em informação, tanto em novos funcionários quanto alunos do primeiro ano. Esse déficit gera um grande custo que acaba por demandar programas de orientação e de remediação, enquanto o ensino fundamental e médio é que devem ser o locus para o progressivo desenvolvimento dessas habilidades. Os bibliotecários escolares são os mais qualificados para uma parceria com os professores de sala de aula para cultivar esses conhecimentos, habilidades e atitudes nos alunos; professores não aprendem como ensinar essas competências durante seus programas de formação.

Nas escolas do século 21, a biblioteca escolar é um espaço coletivo físico e virtual de aprendizagem onde a leitura, a investigação, a descoberta, o pensamento, a imaginação e a criatividade são fundamentais para os alunos em sua jornada da informação ao conhecimento, e para o seu crescimento pessoal, social e cultural. Cerca de 60 anos de investigação internacional agora documenta a biblioteca escolar como uma parte essencial da educação contemporânea.

No atual cenário, os centros de mídia nas bibliotecas têm sido um destaque. Os alunos não podem aprender a encontrar e utilizar informações de forma eficaz e se envolver na aprendizagem ao longo da vida, se eles não têm a orientação profissional e recursos para aprender isso durante o processo educacional formal. Especialmente notável é que a competência em informação é um equalizador para estudantes advindos de meios desfavorecidos.

Portanto, o Fórum Nacional de Competência em Informação (NFIL) afirma que todos os alunos devem ter formação progressiva e integrada aos temas escolares em competência de informação, situação que é favorecida pela liderança de bibliotecários escolares e a manutenção de uma infraestrutura adequada na biblioteca escolar. Todos os professores devem trabalhar com um bibliotecário escolar contratado em tempo integral, certificado ou licenciado, como parceiro no ensino e aprendizagem a partir de uma utilização eficaz de informações-chave para a aprendizagem ao longo da vida. A NFIL apoia fortemente a legislação sobre o financiamento adequado para recursos e profissionais qualificados que atuem em bibliotecas escolares e uma política que irá incutir a competência  em informação em todos os membros da sociedade.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Obrigado pela informação que você não me deu

Em tempos de redes sociais, falta de tempo e excesso de informações, chamar a atenção da audiência e ajudá-la a reter as informações essenciais são a chave do sucesso da comunicação. Nem sempre mais informação leva necessariamente à melhor decisão ou ao aprendizado efetivo. A competência em informação tem relação com conhecimento estruturado (com valor agregado) e relevância. Deixemos de lado o que não acrescenta, busquemos o que é essencial.

Assista à palestra de Normann Kestenbaum, um dos maiores experts em comunicação do Brasil, e saiba como estruturar melhor suas apresentações.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Declaração de Maceió sobre a Competência em Informação

Importante avanço foi dado no cenário nacional em relação à promoção da Competência em Informação. Em 09 de agosto de 2011 foi aprovada, durante o CBBD, a Declaração de Maceió.



Adote esta causa e promova em sua instituição, empresa ou comunidade o desenvolvimento da competência em informação de todas as pessoas. Seja você também um agente multiplicador da competência em informação.



quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Competência em informação: qual é o papel das Universidades?

Assista a este vídeo produzido pela Biblioteca de la Universidad Carlos III de Madrid, cujo modelo de trabalho se baseia na atuação como Biblioteca/Centro de Recursos para el Aprendizaje y la Investigación. Neste modelo, a competência em informação assume papel central.

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Além das novas atividades, destaca-se um novo modelo de espaço de biblioteca.


Projetado para acolher e integrar diversos serviços no campus, as Bibliotecas/CRAI preconizam o trabalho integrado às atividades docentes e discentes, com oferta de espaços voltados à realização de oficinas em sala de aula, seminários, disponibilização de salas para trabalho em grupo, áreas para trabalho aberto e flexível, entre outras iniciativas. Nesta perspectiva, a Biblioteca/Centro encontra-se totalmente integrada às atividades de ensino e aprendizagem.

Saiba mais em:

http://biblioteca.uc3m.es/

http://www.uc3m.es/portal/page/portal/inicio/campus_excelencia_internacional/informacion/edificio_18.pdf

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Acesso Aberto e Competência em Informação

Bibliotecas e bibliotecários agora são desafiados a implementar ações mais rápidas e específicas em relação à promoção da competência em informação, no sentido de melhor apoiar os esforços nas suas próprias instituições, em relação ao movimento de publicação em acesso aberto, e a melhor forma de educar seus usuários sobre isso.

O movimento de acesso aberto na comunicação acadêmica coloca novas questões e preocupações para a educação, especificamente no sentido de priorizar a competência em informação. Para os educadores, o acesso aberto afeta a disponibilidade de novas informações e dos materiais didáticos. Para os alunos, materiais de Acesso Aberto continuam disponíveis mesmo após a graduação, independente da sua filiação.

A própria IFLA (International Federation of Library Association and Institutions), que recentemente aderiu ao movimento do acesso aberto (http://www.acessoaberto.usp.br/ifla-assina-declaracao-de-berlim-sobre-o-acesso-aberto-ao-conhecimento-nas-ciencias-e-humanidades/), tem reforçado a necessidade de uma atuação mais vigorosa por parte dos profissionais da informação em sua atuação educacional de promoção da competência em informação e do acesso aberto.

Exemplo disso é o documento publicado Statement on Open access for open society, estruturado durante a IFLA pre-conference Satellite Meeting “Open Access to Science Information: Trends,Models and Strategies for Libraries” (Crete, Greece at 6-8 August 2010).

Há a necessidade de repensar / revisar o seguinte:

. O acesso aberto gradualmente pode influenciar o funciomento do sistema de educação formal como um todo?

. O acesso aberto é uma "ameaça"?

. A disseminação do conhecimento muda as regras de aprendizagem?

. O quanto este movimento torna mais central o papel das bibliotecas?

. Como poderiam ser equilibrados e atendidos os interesses dos diferentes interessados, nomeadamente autores, editores, bibliotecas, entre outros atores?

. Quem são os nossos leitores / usuários ? Será que realmente sabemos?

Conseqüente a este contexto, a pré-conferência da IFLA pede para:

1. Incluir estas justificativas como fatores que influenciam a biblioteconomia hoje e no futuro.
2. Incluir as regras de copyright em todo e qualquer Web site,
por motivos informativos e comparativos, e
3. Influênciar as partes interessadas e os tomadores de decisão contra as regras de copyright estrito, a favor do manifesto de domínio público.

Paralelamente, governos, empresas e instituições de pesquisa têm buscado o alinhamento entre acesso aberto e competência em informação.
Danah Boyd é pesquisadora de mídia social da Microsoft Research New England. Dedicada à realização de pesquisas que envolvem tecnologia e sociedade, afirmou, durante a Gov 2.0 Expo 2010, que o acesso à informação é a base para aqueles que acreditam na cidadania e em uma sociedade mais justa. Porém, informação por si só não é o bastante, é preciso pôr em prática ações voltadas à promoção da competência em informação, fornecendo a necessária infraestrutura para ajudar as pessoas a construir estas habilidades.(1)Isto se aplica especialmente à chamada Net Generation, a coletividade dos jovens considerada nativa digital.

Os estudos e afirmações de Dana Boyd reforçam a conexão entre acesso aberto, competência em informação e tecnologia de informação e comunicação.

Se a informação é poder, a capacidade de interpretar a informação é ainda mais poderosa, uma vez que os fatos, ao contrário do que se afirma, não falam por si. Hoje, sabemos, lidamos com versões dos fatos.

Deste ponto de vista, além do acesso aberto à informação que, em si é um direito básico do cidadão e um dever do Estado, é preciso implementar ações de capacitação no sentido de tornar as pessoas conscientes da importância da informação, dos meandros que definem as informações veiculadas nos meios de comunicação e as fontes de informação disponíveis.

A capacidade de compreender e avaliar a informação, e interpretar o desdobramento de afirmações e relatos de fatos, dados e eventos veiculados em diferentes canais de comunicação (incluindo as mídias digitais), é condição essencial de cidadania. Disso dependem também as ações de inclusão social.

Hoje, o indivíduo que se encontra excluído do ambiente informacional (por escolha ou por falta de acesso) é, por consequencia, um excluído social.

O Relatório "Informing Communities: Sustaining Democracy in the Digital Age", um projeto do Aspen Institute Communications and Society Program e da John S. and James L. Knight Foundation, recomenda:

1. A maximização da disponibilização de informações que sejam relevantes e que tenham credibilidade.
2. Aumento da capacitação em informação por parte da população
3. Engajamento público com a informação

Em meio a este novo contexto, como produto e produtores desta realidade, bibliotecas, bibliotecários e docentes devem buscar meios de articulação política para a discussão e efetividade de ações, criando, paralelamente, ações de conscientização e aprofundamento do conhecimento sobre acesso aberto e seus desdobramentos nas diferentes comunidades, nações e culturas.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Projeto CIMES e o PIL - Project Information Literacy

Um dos subsídios ao Projeto CIMES (Competência Informacional e Midiática na Educação Superior), que se propõe a identificar hábitos e necessidades informacionais e digitais dos estudantes universitários brasileiros, é o PIL - Project Information Literacy. Conheça um pouco mais sobre o PIL assistindo ao vídeo abaixo.



Conheça detalhes desta iniciativa desenvolvida primeiramente na Universidade de Washington (USA) em 2008, e que hoje congrega 25 universidades/faculdades dos Estados Unidos. O projeto visa conhecer melhor os hábitos dos estudantes de graduação com relação ao uso das TICs e à busca e uso da informação. Baseado em questionários, foi aplicado a 8.353 estudantes.

"Project Information Literacy
A large-scale study about early adults and their research habits" está sendo conduzido pelos pesquisadores Alison J. Head e Michael B. Eisenberg (Big six).

Nova versão do Relatório acaba de ser lançada e pode ser acessada no seguinte endereço: http://projectinfolit.org/pdfs/PIL_Fall2010_Survey_FullReport1.pdf

Meu e-mail: elisabeth@usp.br

quarta-feira, 1 de setembro de 2010